Eu costumo dizer que estou sozinha, que so tenho a mim mesma para fazer as coisas.
Isso não é bem verdade. Eu tenho na minha vida, alem de uma razão para permanecer viva, um auxilio, quase um manual de instrução de como sobreviver a cada dia nesse projétil de inferno que as vezes parece ser o mundo.
Sem mais subjetividade, vou logo me por a perguntar o que seria da minha vida, se é que eu poderia chamar de vida, se não fosse a “Pamella velha é que faz comida boa”...
Não, ela não me dá dinheiro (não que eu fosse reclamar se ela me desse uma graninha de vez em quando, rsrsrs), mas me enriquece de tantas maneiras que transbordo de alegria em a ter na minha vida e não posso esconder isso do ‘perfeição da metáfora’
Não vou expor o que me faz me apaixonar por ela todos os dias porque não quero mais ninguém para disputar comigo a atenção dela. Já me bastam certos blogs que ela anda visitando ¬¬
Enfim, para diminuir seu interesse por minha Vandinha, vou expor somente minha gratidão a ela e o quanto eu a amo, alias, não da para expor o quanto a amo, é imensurável.
Se um dia eu ficar sem net, ou parecer distante, ou sei la, qualquer coisa que faça você pensar se te amo mesmo, você vem aqui e lê essa postagem, porque esse amor é imperecível e crescente. Não vejo qualquer circunstância em que ele possa retroceder...
*pausa*
Ah pera, que ele está crescendo mais um pouco agora...
*amor maior*
Pronto, beijos Pamella Mendes, a minha Vandinha...
Ps.: Eu sou hetero xD [hahahahaha]
